Começo assim esse texto para que você entenda que não se trata de uma crítica homofóbica, mas somente da minha opinião expressada. Se você é melindroso e se ofende facilmente, ou se não interessa pela opinião do outro, não precisa ler até o fim. Obrigada. De nada. rs
Quem acompanha meus rabiscos aqui no blog sabe que não sou muito de textos polêmicos, nem pretendo discutir futebol, política ou qualquer assunto que cause estranheza entre os leitores. E não é porque não acho que esses assuntos não devam ser discutidos, nem porque eu tenho medo de desagradar alguns. Eu gosto de escrever sobre o que vivo, sobre o que sinto.
Dito isso, quero voltar ao ponto inicial: eu não tenho medo ou nojo de homossexuais. Não os discrimino pela opção que fizeram. Nem julgo o caráter ou a boa índole de alguém por sua sexualidade.
Entretanto, não é por não ser homofóbica que devo engolir a qualquer custo a tentativa de alguns em naturalizar a homossexualidade.
"Ah.. mas isso é tão comum hoje em dia."
Comum não é sinônimo de natural. Não é porque algumas pessoas estão "saindo do armário" e assumindo suas escolhas que de repente isso virou parte da natureza.
Ser gay é comum? Hoje em dia, muito!
É normal? Sim. Não considero uma anomalia.
É natural? Não, nunca foi e nunca será.
Não pretendo entrar na questão "escolha x genética x cultura" porque é bem mais complexo do que parece. Estou falando sobre a exposição exagerada do assunto e a forçada imposição dos simpatizantes.
Dois pontos gostaria de ressaltar:
1) Quer que a sociedade aceite os homossexuais? Não é com parada gay, beijaço, Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg na novela das 9, Jean Wyllys como deputado federal, que as pessoas vão conseguir mudar uma concepção milenar. Até dois héteros se beijando publicamente podem causar constrangimento, quanto mais dois homossexuais. Intimidades devem ser particulares.
2) Você pode ser homossexual sem ser vulgar ou promíscuo.
Um homem pode gostar de outro homem e ser sensível, mas não precisa parecer uma perua fresca e andar como uma gazela saltitante. Isso até ofende as mulheres.
Uma mulher pode gostar de outra mulher e dispensar as delicadezas, mas não precisa arrotar alto, coçar as partes baixas e andar como maloqueiro. Isso ofende os homens.
Meus amigos homossexuais, assumidos e bem resolvidos, nunca precisaram me forçar a aceitá-los, mas me mostraram ser mais do que sua opção sexual: tocam violão, gostam de pescar, tem 3 faculdades, acreditam em Deus, são amorosos, cuidam da família... são gente! Não só uma insatisfação ambulante pedindo por aceitação.
P.S.: Que fique bem claro, que talvez você não concorde ou aceite a homossexualidade de nenhum modo. Isso não te dá o direito de ser agressivo ou ofensivo com ninguém. Respeito cabe em qualquer lugar e é dever de todos.

